"O poeta não chora. O poeta ora, derrama lágrimas em letras, tristezas em versos, lamúrias em árias, vertentes de águas em palavras de mágoa… O poeta não chora, soluça em hiatos e ditongos, seus prantos são cantos, sua dor estribilhos, prismas de sílabas e irmas. O poeta mente, sente o que não consente, descontente em sentimentos, mas contente em seus lamentos. O poeta é um falsário, não disfarça a sua dor, mas fala em tom de farsa. O poeta comove, e se revela quando se esconde. O poeta ora, o leitor é quem chora."
"E eu serei forte, mesmo se tudo der errado mais uma vez."
"Você pensou que ele era diferente. Aliás, tem pensado que muita gente é diferente nos últimos tempos. Se toca, não há tanta gente diferente assim."